I
– INTRODUÇÃO
Projeto
de pesquisa elaborado na área de introdução à educação digital, abordando a
Criação de um Blog, como tema proposto “A Inclusão Digital”.
Público Alvo:
Alunos do Ensino Fundamental e
Médio
II
– JUSTIFICATIVA
O
analfabetismo possui duas dimensões: uma socioeconômica, atrelada aos demais
indicadores da desigualdade social, e caracterizada pela manutenção do ciclo
histórico da “pobreza analfabeta” que atua contaminando todos os demais
indicadores de desenvolvimento dos paises. A segunda, e mais cruel dimensão do
analfabetismo é sua dimensão humana, que condena gerações de jovens e adultos à
negação do direito fundamental de expressão e transformação de sua história
pessoal e comunitária.
Três pilares formam um tripé fundamental para que a
inclusão digital aconteça: Tecnologia da Informação e Comunicação, renda e
educação. Não é difícil pensar que sem qualquer um desses pilares, não importa
qual combinação seja feita, qualquer ação está fadada ao insucesso. Atualmente,
segundo o Mapa de Exclusão Digital divulgado no início de Abril/2003 pela
Fundação Getúlio Vargas (FGV-RJ) juntamente com outras entidades,
aproximadamente 12% dos brasileiros tem computador em suas residências e pouco
mais de 8% encontram-se conectados à Internet. Segundo Diego Garcez,
coordenador-executivo do CDI- Comitê para Democratização da Informática, uma
organização não-governamental sem fins lucrativos, a carência de
infra-estrutura é um dos piores obstáculos no Brasil.
O computador enquanto tecnologia da inteligência
pode transformar os modos de conhecer que se dão nos ambientes de produção de
conhecimento, na produção de novos espaços e nas práticas de construção
coletivas. Desta forma, esta experiência passa a ser ação prática de
conhecer/relacionar/transformar incluindo os sujeitos imersos no projeto em
outras dimensões não naturais a eles.
Os professores e estudantes que se envolvem em
ambientes cooperativos de aprendizagem e tecem em rede com outros sujeitos, o
saber e o conhecimento, passam a olhar o aluno e o seu fazer de um outro modo,
pois se colocam em um novo lugar, de quem provoca e potencializa os processos
de produção conhecimento. Desta forma os estudantes passam a vivenciar uma
experiência construtiva do fazer, ou seja, em ação nos ambientes onde aprende.
III
– OBJETIVO GERAL
Promover
a inclusão social de populações excluídas digitalmente, utilizando as
tecnologias da informação como instrumento de construção e exercício da
cidadania. Incluir digitalmente não é apenas "alfabetizar" as pessoas
em informática, mas também melhorar os quadros sociais a partir do manuseio dos
computadores. Não apenas ensiná-las a usar o computador, mas melhorar as
condições de vida de uma determinada região ou comunidade. Através da
democratização do acesso e com ajuda da tecnologia disponível buscam-se a
integração entre educação, tecnologia e cidadania, visando a transformação
social. O tema da inclusão digital não está somente dentre as linhas de ações
propostas pela instituição, mas também vai ao encontro de diversas ações dos
governos federal e estadual, em especial a atividades de inclusão propostas
pelo Programa Fome Zero.
É comum nos dias de hoje ver empresas e governos
falando em inclusão digital e democratização do acesso. Inclusão digital
significa, antes de tudo, melhorar as condições de vida de uma determinada
região ou comunidade com ajuda da tecnologia. A expressão nasceu do termo
"digital divide", que em inglês significa algo como "divisória
digital". O erro de interpretação é comum, porque muita gente acha que
incluir digitalmente é colocar computadores na frente das pessoas e apenas
ensiná-las a usar Windows e pacotes de escritório.
Em termos concretos, incluir digitalmente não é
apenas "alfabetizar" a pessoa em informática, mas também melhorar os
quadros sociais a partir do manuseio dos computadores. Não apenas ensinando o
bê-á-bá do informatiquês, mas mostrar como ela pode ganhar dinheiro e melhorar
suas condições de vida.
Os telecentros inserem-se neste processo como sendo
o lugar físico, de fácil acesso, que oferece gratuitamente serviços de
informática e telecomunicações, pessoas capacitadas num contexto de
desenvolvimento social, econômico, educacional e pessoal.
O projeto tem como tema a promoção da inclusão
digital em alunos de escolas menos favorecidas utilizando as tecnologias da
informação como instrumento de construção e exercício da cidadania. Através da
criação dos telecentros pode-se ampliar o conceito de inclusão digital como
forma de integração entre educação, tecnologia e cidadania visando a
transformação social.
IV
– CONTEÚDO
Imagens
Depoimentos
Fotos
Textos
V
– ESTRATÉGIAS
Participação da sociedade em projetos de inclusão
digital
Educação formal e inclusão digital
Produção de conteúdos e apropriação tecnológica
Telecentros comunitários
Usar folders, apostilas, com a finalidade de
acompanhar os seminários e debates como auxílio na fixação dos assuntos e
conteúdos abordados.
VI
– MATERIAIS
Revistas
Jornais
Sites
Redes Sociais
VII- AVALIAÇÃO
Seminários
Apresentações
Palestras
VII
– BIBLIOGRAFIA
BECKER,
Daniel. O que é Adolescência.
12. ed. São Paulo: Brasiliense, 1994.
ORIGLIA, D., Ouillon, H., A adolescência. Lisboa: Livraria
Clássica Editora. 1964.
O uso de ferramentas
computacionais na aprendizagem da 3º série de uma escola pública.In: IV EPEM -
Encontro Pernambucano de Educação Matemática - Recife - Colégio de Aplicação da
UFPE - 03 a 05/11/1999.
BRASIL. Ministério da Educação.
Portal de Inclusão Digital. Acessado em 1 de mar. De 2008. Disponível em:
http://www.inclusaodigital.gov.br/inclusao/
Avanços e dificuldades no
cotidiano do ensino virtual: relato de uma experiência em conceitos
científicos/matemáticos. In: Anais do VII ENEM – em CD Rom – Rio de Janeiro:
UFRJ, 19-23/07/2002.
J. CASSINO, S. AMADEU. Software
livre e inclusão digital. São Paulo: Conrad, 2003.
